O que o som das microbolhas na circulação cerebral pode revelar sobre um AVC sem causa definida?

O Doppler Transcraniano com microbolhas pode identificar uma passagem anormal do sangue entre as circulações, chamada shunt direita-esquerda. Entenda como o exame auxilia na investigação do Forame Oval Patente (FOP) e sua relação com determinados casos de AVC sem causa definida.
Doppler Transcraniano: para que serve, quando fazer e como funciona o exame

O Doppler Transcraniano é um exame não invasivo que avalia o fluxo sanguíneo nas artérias do cérebro. Indicado em casos de tontura, dor de cabeça intensa e investigação de AVC, ele auxilia no diagnóstico e acompanhamento de alterações na circulação cerebral de forma segura e eficaz.
Rigidez, dor e espasmos no Parkinson

A doença de Parkinson pode causar rigidez muscular, dor e contrações involuntárias que nem sempre melhoram apenas com medicação. Em alguns casos, tratamentos complementares como a toxina botulínica terapêutica podem ser indicados para controle de sintomas como distonia, espasticidade e espasmos musculares. A avaliação neurológica individualizada é fundamental para definir a melhor conduta.
Reabilitação Neurológica Pós-AVC: por que o acompanhamento especializado faz toda a diferença

A reabilitação neurológica pós-AVC é uma etapa essencial para a recuperação funcional e a qualidade de vida do paciente. Após um Acidente Vascular Cerebral, mesmo quando há melhora inicial, podem persistir sequelas motoras, cognitivas e funcionais que exigem acompanhamento especializado.
A avaliação neurológica precoce permite identificar essas alterações, definir estratégias terapêuticas personalizadas e orientar a reabilitação de forma segura e eficaz. Quanto mais cedo o paciente é avaliado e acompanhado por um neurologista, maiores são as chances de reduzir limitações, prevenir complicações e favorecer a adaptação neurológica ao longo do tempo.
Enxaqueca crônica: quando o uso contínuo de remédios não é mais a melhor solução

Resumo
A enxaqueca crônica é uma condição neurológica que pode comprometer de forma significativa a qualidade de vida. Muitos pacientes utilizam medicamentos para dor por longos períodos, o que pode levar a efeitos indesejados, como sobrecarga do fígado e dos rins, além de redução da eficácia ao longo do tempo.
O protocolo neurológico com toxina botulínica terapêutica surge como uma alternativa segura e eficaz no tratamento preventivo da enxaqueca crônica, com evidências científicas que demonstram redução da frequência das crises e menor necessidade de uso contínuo de analgésicos. A avaliação com neurologista é fundamental para definir a melhor estratégia terapêutica para cada paciente.
Vertigem e desequilíbrio podem ser sintomas neurológicos?

Resumo do artigo
Vertigem e desequilíbrio são sintomas comuns e podem ter diversas causas. Embora muitas vezes estejam relacionados a alterações benignas, em alguns casos esses sinais podem indicar comprometimento do sistema nervoso. Quando persistentes, intensos ou associados a outros sintomas, como dificuldade para caminhar, falar ou enxergar, é fundamental investigar causas neurológicas.
A avaliação com neurologista permite identificar a origem dos sintomas e orientar o cuidado adequado, garantindo mais segurança, diagnóstico correto e qualidade de vida ao paciente.
Toxina Botulínica: uma aliada no cuidado da espasticidade

A toxina botulínica é um recurso terapêutico utilizado no cuidado da espasticidade com finalidade exclusivamente clínica e funcional. Indicada em casos como AVC, lesões medulares, traumatismos neurológicos, esclerose múltipla e paralisia cerebral, sua aplicação é feita de forma localizada para reduzir a contração excessiva dos músculos.
O uso da toxina botulínica pode proporcionar maior conforto, melhora da mobilidade, prevenção de complicações e facilitação da reabilitação, sempre como parte de um plano terapêutico individualizado. A avaliação e o acompanhamento com neurologista são essenciais para definir a indicação adequada e integrar o tratamento a outras estratégias de cuidado.
Espasticidade em pacientes acamados

A espasticidade é um sintoma neurológico caracterizado pelo aumento do tônus muscular, causando rigidez, contrações involuntárias e dificuldade de movimentação. Ela ocorre quando há alterações na comunicação entre o cérebro, a medula espinhal e os músculos, sendo comum em pacientes acamados, especialmente após doenças neurológicas como AVC, lesões medulares e traumatismos cranianos.
Em pessoas que permanecem longos períodos no leito, a espasticidade pode gerar dor, desconforto, dificuldade nos cuidados diários e aumento do risco de contraturas e deformidades. O acompanhamento especializado é fundamental para prevenir complicações e promover mais conforto e qualidade de vida.
O manejo da espasticidade envolve uma abordagem multiprofissional, com atuação integrada do neurologista, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e cuidadores, sempre respeitando as necessidades individuais de cada paciente.